Quanto devo gastar no Google Ads?

E a resposta que ninguém gosta de ouvir é: depende!

Antes de tirar partido de todas as vantagens que o marketing online pode proporcionar à sua empresa, certifique-se de que compreende a diferença entre resultados da publicidade paga e resultados da pesquisa orgânica.

Suponhamos que alguém efetua uma Pesquisa Google de produtos ou de serviços relacionados com a sua empresa quando está a anunciar no Google Ads, a plataforma de publicidade online da Google.

  • A secção 1 pode conter anúncios do Google Ads. Os anúncios podem ser apresentados na zona superior ou inferior da página de resultados de Pesquisa Google, junto de ou sob uma etiqueta “Anúncios”. A classificação dos anúncios é baseada principalmente na relevância e na utilidade dos mesmos em relação ao que a pessoa pesquisou, bem como no lance e em alguns outros fatores.
  • A secção 2 é constituída por resultados de pesquisa “orgânica”. Trata-se de links não pagos para Websites com conteúdo diretamente relacionado com o que a pessoa pesquisou. O link é apresentado numa posição tanto mais elevada na lista, quanto maior for a relevância do site em relação ao termo de pesquisa. O Website relacionado pode ser apresentado neste local, mas o seu anúncio não.

É possível controlar o orçamento do Google Ads

Com o lance de custo por clique, só é efetuada uma cobrança quando alguém está suficientemente interessado em clicar no anúncio.

O lance de custo por clique (CPC) significa que paga por cada clique nos seus anúncios. Nas campanhas com lance de CPC, o anunciante define um lance de custo por clique máximo (ou simplesmente “CPC máx.”), que corresponde ao valor mais elevado que está disposto a pagar por um clique no seu anúncio (exceto se estiver a definir ajustes de lance ou a utilizar o CPC otimizado).

  • CPC máx. é o valor máximo que cobraremos por um clique, mas é frequente o Google cobrar menos e, por vezes, bastante menos. Esse valor final cobrado por um clique chama-se CPC real.
  • Se introduzir um lance de CPC máx. e alguém clicar no seu anúncio, esse clique não custará mais do que o valor do lance de CPC máximo definido.
  • Irá escolher entre o lance manual (em que seleciona os valores dos lances) e o lance automático (em que permite que a Google defina lances para tentar obter o maior número de cliques com o seu orçamento).
  • O preço de CPC também é conhecido como pagamento por clique (PPC).

O utilizador indica ao Google Ads o valor máximo que está disposto a pagar por um clique no anúncio (chamado lance de custo por clique máximo), mas poderá ser-lhe cobrado um valor inferior.

O utilizador tem o controlo do orçamento do Google Ads. É o utilizador que decide qual o valor médio que pretende gastar em cada dia.

O conselho da + Vendas é que vá testando dos seus anúncios, para ver quais as melhores palavras-chave, quais os anúncios que tiveram mais atração.  Ao longo do tempo irá ganhar experiência, e ao analisar os dados conseguirá perceber quais os anúncios que estão a ter melhor desempenho.

Quanto há questão, quanto devo gastar nos meus anúncios: depende.

Por exemplo, vamos supor que está à procura de ter 5 vendas todos os meses. Se o custo da sua palavra-chave principal for €1 e estiver a converter visitantes em clientes numa taxa de conversão 1% no seu website, significa que terá de pagar €500 por mês, para alcançar 500 visitantes no website, dos quais 5 vão resultar em venda!

 

Fonte: https://support.google.com/google-ads/answer/

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Devo contratar um especialista para fazer a minha loja online?

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Se procura um site profissional (empresarial ou pessoal) que chame a atenção, que divulgue bem seus serviços e produtos e que tenha visibilidade na internet, a dica da +Vendas é que opte por um especialista!

Não há dúvidas que as lojas online são a chave para o sucesso de qualquer negócio. As vendas online crescem de dia para dia e as empresas que não marcarem presença no e-commerce perdem inúmeras possibilidades de negócios.

A questão está: quem deve fazer a minha loja online?

Sem dúvida que a resposta é um especilista! Isto porque, antes de criar uma loja online é preciso responder a uma série de perguntas, que devem servir de base para uma estratégia online:

  • saber qual é o seu mix de produtos;

  • definir e conhecer o comportamento do seu público-alvo;

  • definir sua proposta de valor;

  • definir o sistema de logística e de pagamentos;

  • definir o posicionamento

  • definir o design;

  • escolher a plataforma adequada.

É certo que já há inúmeros softwares gratuitos que permitem criar a sua loja online. Mas se procura um site profissional (empresarial ou pessoal) que chame a atenção, que divulgue bem seus serviços e produtos e que tenha visibilidade na internet, a dica da +Vendas é que não opte por um site grátis.

As plataformas que permitem criar websites grátis têm várias limitações: os layouts e manutenção dos conteúdos são bloqueados ou de difícil ajuste e personalização. Além disso muitas ferramentas de sites grátis tem espaço para publicidade que não podem ser retiradas, o que “polui” o website e retira-lhe profissionalismo.

Além disso, para que um website se destaque na internet necessita de uma forte estratégia se SEO (Search Engine Optimization) . A maioria dos sites gratuitos não possui opções de Meta-Tags, URL Amigável, Headings-Tags e nem seguem os Padrões Web, assim não são validados pelo W3C (órgão que gere os Padrões Web).

A +Vendas tem diversas opções de site, desde sites mais baratos (padrões) a sites personalizados com otimização avançada para o Google e outros

Ainda haverá Portugal 2020 em 2020?

As oportunidades de financiamento no Portugal 2020 continuam a existir. No entanto, não se sabe ao certo quais os avisos que vão abrir e quantas vezes é que ainda vão abrir. Importa aproveitar as oportunidades atempadamente antes que o seu prazo termine

Com a aproximação da reta final do Portugal 2020, e sem garantias da abertura de alguns avisos, este é o momento ideal para avaliar as intenções de investimento. 

É aconselhável que as empresas olhem para os avisos que estão actualmente abertos (Sob pena de não voltarem a abrir) e tentarem enquadrar o seu projecto.

A + Vendas tem disponível  um formulário online, que permite aos empresários avaliarem, de forma totalmente gratuita, a elegibilidade dos projectos e respectivo enquadramento. AQUI

Em 2019 existem ainda várias oportunidades concretas de co-financiamento no Portugal 2020 que abrangem um horizonte temporal de investimento até março de 2023. Aconselhamo-lo, por isso, a não perder tempo e aproveitar estas últimas oportunidades:

1) Investimento produtivo

  • SI Inovação Produtiva e SI Empreendedorismo Qualificado e Criativo (sendo este último dirigido a PME com menos de dois anos). Ainda que os concursos para apresentação de candidaturas não estejam publicados, encontra-se disponível, em contínuo, o chamado “registo de pedido de auxílio”, que pode ser utilizado para marcar a intenção de investimento e assim poder iniciar o seu projeto antes da formalização efetiva da candidatura. Aquando da publicação dos respetivos concursos, o que se espera que venha a acontecer muito em breve, a candidatura deverá ser submetida em maior detalhe para posterior aprovação.

2) Fatores imateriais de competitividade (apenas para PME, e no caso dos programas operacionais Alentejo 2020 e Algarve 2020)

  • SI Qualificação das PME: 1) Vale Economia Circular e 2) Vale Comércio, visando apoiar a elaboração de diagnósticos que conduzam, respetivamente, à implementação de modelos de gestão e de crescimento, com particular relevância para uma economia circular e ao reforço da capacitação empresarial, incentivando a procura de serviços que potenciem a sustentabilidade dos negócios e o conhecimento dos mercados externos;
  • SI Empreendedorismo Qualificado e Criativo – Vale Incubação, valoriza projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contratação de serviços de incubação prestados por fornecedores previamente acreditados.

3) Contratação e formação de recursos humanos:

  • Contratação de RH Altamente Qualificados, garante o apoio à contratação de recursos humanos altamente qualificados, como forma de aquisição de massa crítica e de suporte ao desenvolvimento de processos que promovam a inovação empresarial;
  • Projetos Autónomos de Formação, com o intuito de apoiar projetos de formação de empresas que visem objetivos de inovação e competitividade, bem como a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, de forma a reforçar a sua produtividade.
  • Converte +, que promove a conversão de contratos de trabalho a termo em contratos de trabalho sem termo.

Como pode ver, as oportunidades de co-financiamento continuam a existir. Importa aproveitá-las atempadamente antes que o seu prazo termine até porque não é claro que em 2020 sejam abertos novos concursos. Além disso, o sucessor do Portugal 2020, o Portugal 2030, está ainda em preparação e poderá existir um hiato temporal ao nível da possibilidade de apresentação de candidaturas entre os dois quadros comunitários de apoio.

Consulte a lista completa no site oficial do Portugal 2020.

tabuleiro de xadrez, representa a estratégia

A minha empresa não tem uma estratégia de marketing… e então?

tabuleiro de xadrez, representa a estratégia

Marketing, Marketing, … Marketing. Nunca se falou tanto sobre o tema! Talvez porque nunca se deu tanta importância à imagem de uma empresa e ao seu posicionamento no mercado como agora!

O Marketing concebe uma imagem, cria personalidade ao negócio (metodologias de venda), gera valor sobre os produto/serviço, conquista o mercado e potencia consumidores. Uma boa estratégia de marketing permite às empresas:

  • Atrair mais oportunidades
  • Ter um alcance global
  • Conquistar uma posição de referência no mercado
  • Construir relações com o mercado
  • Educar o mercado
  • Fidelizar clientes
  • Vender mais, muito mais do que imagina!

Apesar de todos os benefícios, há ainda alguns empreendedores que insistem em não investir em estratégias de marketing, quer offline, quer online. Uns porque são céticos quanto aos resultados, outros porque desconhecem sobre as metodologias necessárias para definir uma estratégia de marketing, outros porque não querem assumir os custos e outros, ainda, porque acreditam que o negócio vai sobreviver sem apostar na economia digital – erradamente!

Claro que o marketing carece de investimento e esse investimento deve ser inteligente!

A internet está repleta de tutoriais sobre como elaborar uma boa estratégia de marketing, aponta variadíssimos canais de divulgação do produto ou serviço, apresenta vários termos técnicos que parecem todos iguais.

Mas a questão que se coloca é:

Todas as empresas precisam de uma estratégia de Marketing?

Indiscutivelmente, que a resposta é SIM! Cada negócio precisa da sua estratégia de marketing! Uma estratégia de marketing adaptada ao tipo de negócio, à dimensão do mercado, às características do produto, …

Coloca-se então uma outra questão:

Todos os gestores estão habilitados a definir a estratégia de marketing do seu negócio?

NÃO! Nem todos gestores estão habilitados, e a verdade é que nem têm de estar, … , por isso é que se chamam gestores.

Os negócios estão cada vez mais complexos, os gestores devem preocupar-se em ter um excelente produto ou serviço, uma equipa especializada e gerir os fluxos financeiros do negócio. O marketing deve ser deixado para a equipa de marketing.

A realidade é que o tecido empresarial nacional, quer pelas dimensões das empresas, quer pela sua estrutura familiar – que representam mais de 90 % do cenário Português, não permite que as empresas possuam o seu departamento de marketing. Bem, nesse caso, a solução passa pela aposta num serviço de consultoria em marketing.

Como funciona a consultoria em marketing?

Na +Vendas tudo começa com um Diagnóstico 360º, totalmente gratuito!

A avaliação do Marketing 360º foca os pontos-chave do marketing, ao nível da estratégia, do planeamento, das ações realizadas e das metodologias de avaliação dos resultados utilizadas.

Com base nos resultados obtidos é possível apresentar soluções unificadas e dinâmicas, que servem à empresa cliente como fonte de inovação e valor – estratégia de marketing.

Em seguida, a +Vendas elaborar um plano de marketing, isto é, define um conjunto de ações que permitem concretizar a estratégia e alcançar os objetivos previamente definidos.

Sucede-se a fase de implementação e, por fim, a análise dos resultados.

Se pretende saber mais sobre os nossos serviços de consultoria em marketing contacte-nos: agora!

Gestão do Ponto de Venda

 

Gestão do Ponto de Venda

Os Inventários/Stock é um ponto critico do sucesso de qualquer negócio, porque tem impacto direto nas necessidades de fundo de maneio da empresa e, por conseguinte, na tesouraria, na liquidez, bem como no seu funcionamento e eficiência das empresas.

Apesar da alta importância das empresas realizarem uma boa gestão do ponto de venda, são ainda inúmeras as empresas que continuam a praticar erros crassos a este nível, desde logo porque:

  • Ignoram o stock mínimo:

O stock mínimo determina o momento e a quantidade em que a empresa deve comprar mais produtos para inventário.

  • Compram além do necessário:

O inventário representa “dinheiro empatado” até que se converta em mais dinheiro. É certo que os fornecedores estão cada vez mais com descontos vantajosos para aqueles que comprem em maiores quantidades, mas as perguntas que se colocam são: eu preciso mesmo destas quantidades todas? A minha equipa comercial vai ter capacidade para vender todo aquele stock?

  • Descartam a contagem precisa do stock:

A contagem de stock pressupõe saber com exatidão as quantidades de produtos disponíveis para venda e, por conseguinte, o retorno expectável dessa venda.

Apesar do novo regulamento de gestão de inventários, que obriga as empresas a comunicar o inventário, os empresários e contabilistas continuam a “martelar” esta rubrica, por dela depender uma série de indicadores financeiros que, por exemplo, podem ter influencia na obtenção, ou não, de crédito financeiro.

  • Não avaliam os fornecedores

A maioria das empresas tendem a ser fieis aos seu fornecedores, não fazendo por isso, com regularidade, uma análise ao mercado, perdendo, assim, várias oportunidades: seja ao nível do preço de compra, seja para o ganho de poder negocial, seja pela procura de inovação.

A gestão de stocks tem em conta muitas variáveis e é altamente personalizável de acordo com a dimensão, a área e a estratégia de cada negócio.

A +Vendas dispõe de uma equipa especializada em gestão de pontos de vendas: preliminarmente realizamos uma análise critica à situação da empresa e, em segundo lugar, apontamos um modelo determinístico de gestão de existências, que crie competitividade à organização. Além disso, será apresentada uma estratégia para alavancar a rotação dos produtos, melhorando a sua visibilidade destes no mercado e, consequentemente, a eficiência do ciclo de exploração da empresa.

Benchmarking

Benchmarking

O benchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão para melhorar o desempenho das empresas e conquistar a superioridade em relação à concorrência. 

Enquanto ferramenta, quer de gestão, quer de marketing, o benchmarking consiste numa análise comparativa entre a empresa e as suas concorrentes ou outros setores de sucesso, ao nível dos produtos, práticas empresariais, serviços ou metodologias.

A ideia não é emitir as empresas concorrentes, mas antes perceber a razão pela qual têm sucesso, acrescentar-lhe valor e diferenciação, por forma a ganhar vantagem competitiva no mercado.

Em suma, o benchmarking encoraja as empresas a pensarem além de suas limitações e a investirem em fatores-chaves de competitividade.

Vantagens de investir no benchmarking:

  • Melhorar o conhecimento que a organização tem de si mesma;
  • Aprimorar seus processos e práticas empresariais, para chegar o mais próximo possível da “perfeição”;
  • Motivar a equipe para alcançar objetivos realizáveis, já atingidos por outras empresas;
  • Ganhar maior conhecimento do mercado;
  • Identificar novas tendências e inovar;
  • Investir em uma boa base argumentativa para discutir o curso de novos investimentos no futuro;
  • Diminuir custos, aumento na produtividade e ampliação na margem de lucro, etc.
  • Desenvolver novas estratégias e habilidades que colocarão a empresa no rumo do crescimento.

A +Vendas dispõe de uma equipa especializada em estudos de benchmarking, solicite já o seu orçamento gratuitamente – deixe-nos a sua mensagem

Índice de Digitalização de Portugal

Índice de Digitalização de Portugal

Segundo o relatório The Digital Economy and Society Index (DESI), o índice digital de Portugal denota uma evolução positiva, mas continua a baixo da União Europeia.

No relatório de 2019, Portugal ocupa a 19ª posição, igual à de 2018, se os cálculos não tivessem sido alterados. Só que a revisão da metodologia faz com que o país tenha caído várias posições face ao ranking que tinha sido divulgado em 2018, quando estava na 16ª posição.

O estudo mede as áreas da conetividade, capital humano, uso da internet, integração de tecnologias digitais e disponibilização de serviços públicos.

Segundo a UE, todos os países melhoraram globalmente, com a Finlândia, Suécia, Holanda e Dinamarca no topo da lista na digitalização da economia, colocando-se entre os países mais avançados do mundo. O Reino Unido, Luxemburgo, Irlanda, Estónia, Béçlgica, Irlanda, Lituânia, Letónia, Chipre e Espanha estão entre os que revelaram mais progressos nos últimos cinco anos, aumentado mais de 15 pontos.

A evolução é imperativa, se os Países e empresas permanecerem competitivas num mercado à escala global.

Apesar do esforço que tem havido para acelerar a 4.ª Revolução – Industria 4.0, com a elevada injeção de capital nas empresas, vindo da União europeia, as PME portuguesas estão muito menos envolvidas na digitalização do que as suas congéneres.

Segundo dados da PORDATA (Base de dados de Portugal Contemporâneo), apenas 37,3% das empresas nacionais têm Website. Esta realidade é sobretudo gritante nas empresas com menos de 10 trabalhadores: apenas 28,6% têm website.

Um website é fundamental porque:  

  • Cria personalidade para a marca (produto ou serviço), 
  • Gera credibilidade e confiança, 
  • Aumenta o poder de actuação da empresa no mercado,  
  • Constrói um melhor relacionamento com o cliente, 
  • Gera Leads (negócio), 
  • Permite fidelizar cliente (a longo prazo), 
  • Aumenta exponencialmente as vendas, 
  • Os serviços/produtos são mais facilmente encontrados, 
  • Amplia horizontes, 
  • Representa ter a “porta aberta” para o cliente 24h/dia, todos os dias do ano. 

Um outro estudo sobre a economia digital conduzido pela IDC, ACEPI e apoiado pelo .pt, acrescenta que das 37,3% das empresas com website apenas 18% vendem para o estrangeiro. Ora, isto significa que cerca de 60% das empresas portuguesas estão a perder “o comboio da internet” e as suas potencialidades.

 

Vale Industria 4.0

 

Sabia que há apoios financeiros destinados a aumentar o índice de digitalização da sua empresa?

O Vale Indústria 4.0 é um programa do Portugal 2020, ao abrigo dos apoios da União Europeia, destinado às PME que queiram apostar na digitalização do seu negócio, com vista à melhoria da competitividade. 

Estamos perante um apoio com uma taxa de incentivo de 75% a fundo perdido, no limite até 7.500€ que corresponde a projetos até 10.000€.

O objetivo do Vale Industria 4.0 é reforçar a componente digital das empresas, por exemplo, através da construção de um site, da implementação de comércio eletrónico ou da melhoria da experiência do utilizador, posição nos motores de busca, aposta em marketing digital, na realidade aumentada e na inteligência artificial.

Importa referir que estamos perante programa que disponibiliza às empresas portuguesas, a elaboração de um diagnóstico que produza um conjunto de recomendações que permita aos beneficiários a definição de um plano de ação conducente à digitalização dos processos, da interconectividade dos produtos e dos ajustamentos do modelo organizacional, de forma a anularem a barreira geográfica, utilizando as novas tecnologias.

Neste propósito, são financiados serviços de consultoria de inovação, com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0, bem como o apoio à implementação de processos associados ao comércio eletrónico:

  • Desenho e implementação de estratégias aplicadas a canais digitais para gestão de mercados, canais, produtos ou segmentos de cliente;

  • User-Centered Design (UX): desenho, implementação e otimização de estratégias digitais centradas na experiência do cliente que maximizem a respetiva atração, interação e conversão;

  • Desenho, implementação, otimização de plataformas de Web Content Management (WCM), Campaign Management, Customer Relationship Management, E-Commerce e APPS Mobile;

  • Inscrição e otimização da presença em marketplaces eletrónicos;

  • Search Engine Optimization (SEO) e Search Engine Advertising (SEA): melhoria da presença e ranking dos sítios de comércio eletrónico nos resultados da pesquisa, em motores de busca, por palavras-chave relevantes para a notoriedade e tráfego de cada sítio;

  • Social Media Marketing: Desenho, implementação e otimização da presença e interação com clientes via redes sociais;

  • Content Marketing: criação e distribuição de conteúdos digitais (texto curto, texto longo, imagens, animações ou vídeos) dirigidos a captar a atenção e atrair os clientes-alvo para as ofertas comercializadas pela empresa;

  • Display Advertising: colocação de anúncios à oferta da empresa em sítios de terceiros, incluindo páginas de resultados de motor de busca;

  • Mobile Marketing: tradução das estratégias inscritas nos pontos anteriores para visualização e interação de clientes em dispositivos móveis, nomeadamente smartphones e tablets;

  • Web Analytics: recolha, tratamento, análise e visualização de grandes volumes de dados gerados a partir da navegação e interação de clientes em ambiente digital por forma a identificar padrões, correlações e conhecimento relevante que robusteçam os processos de gestão e tomada de decisão.
 
 
 
 

Quer saber se a sua empresa é legível a esta ou em outros programas deixe-nos a sua mensagem:

O papel das redes sociais nas empresas

O Papel das Redes Sociais nas Empresas

As redes sociais introduziram profundas mudanças no comportamento das pessoas e, por conseguinte, nos consumidores. Os Consumidores estão hoje mais capacitados e dispõem de diversos instrumentos que os ajudam a exercer escolhas esclarecidas e conscientes.

Quase 80% dos consumidores consideram os comentários e críticas nas redes sociais como os principias fatores a ter em conta antes de fazerem uma compra, segundo revela um estudo sobre Defesa do Consumidor, encomendado pelo Ministério da Economia (de Março de 2019).

Segundo a mesma fonte, quase metade dos portugueses (46,4%) afirma comprar serviços ou produtos pela Internet – 17,8% faz uma compra pelo menos uma vez por mês.

Em contrapartida, as empresas estão a demorar a adaptar-se a esta realidade: só 38,3% das empresas portuguesas marcam presença em, pelo menos, uma rede social.

As redes sociais são uma importante ferramenta de marketing empresarial, que permite às empresas:

  • Gerar mais tráfego – alcançar mais leads (possíveis clientes)
  • Segmentar o público-alvo e estudá-lo
  • Criar um relacionamento com público
  • Construir uma imagem de marca
  • Aumentar as vendas e o Retorno Sobre o Investimento (ROI)
  • Ter uma “porta aberta”, 24H por dia, todos os dias do ano

É fundamental as empresas terem presença nas redes sociais, mas enquadrada numa estratégia de marketing, capaz de transmitir quem são, o que vendem, a sua oferta de valor e a essência da marketing, através de objetivos perfeitamente identificados. É aqui que entra o gestor das redes sociais.

O marketing está cada vez mais complexo e, por isso, é natural que não existam nas empresas pessoas especializadas e com experiência em desenvolver estratégias de marketing. Esta questão faz com que as empresas apostem em campanhas erradas ou desatualizadas e, por conseguinte, há um desperdício de tempo e de dinheiro.

Com uma agência de marketing, as empresas garantem que a sua estratégia de marketing é atualizada e supervisionada por profissionais qualificados.

A +Vendas é uma agência especializada em vendas, marketing digital e desenvolvimento Web. Dispõe de uma equipa de profissionais especializado em desenvolver estratégias comerciais para as as redes sociais.